quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Para a agenda: Encontro entre Modigliani, Eduardo Carqueijeiro e Setúbal



A Associação 50 Cuts vai apresentar, no ciclo de cinema "Um pintor... um filme" o drama Modigliani, de Mick Davis (de 2004). Na Casa da Cultura, em Setúbal, em 21 de Janeiro, domingo, pelas 16h00, com comentário de Eduardo Carqueijeiro, setubalense e pintor. Para a agenda!

Para a agenda: Poesia de Linda Neto



O Centro de Iniciativas Manuel Medeiros (CIMM) da Universidade Sénior de Setúbal promove mais uma das suas tardes de poesia, desta vez trazendo Linda Neto, autora de Silêncios. Em 20 de Janeiro, sábado, pelas 15h00, na Biblioteca Municipal de Setúbal. Para a agenda!

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Para a agenda: Fernando Cabral Martins em Setúbal



Fernando Cabral Martins vai estar na Casa da Avenida, em Setúbal, no sábado, 20 de Janeiro, pelas 17h30. Em sessão moderada por José Teófilo Duarte, temas serão o livro A Flor Fatal e a dedicação pessoana que tem orientado este professor e investigador.
Fernando Cabral Martins coordenou o Dicionário de Fernando Pessoa e do Modernismo Português (Lisboa: Editorial Caminho, 2008), é autor de Introdução ao Estudo de Fernando Pessoa (Porto: Porto Editora / Assírio & Alvim, 2014) e de antologias da obra pessoana. Excelentes motivos para pôr na agenda!

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Para a agenda: "Mutatis Mutandis", o "Ecce Homo" de hoje



"Mutatis Mutandis" vai encerrar. É uma exposição de arte em que participam vários artistas ligados ao Synapsis. Está há várias semanas na Galeria Municipal do ex-Banco de Portugal, na Avenida Luísa Todi, em Setúbal, e fecha portas em 14 de Janeiro, domingo. Há ainda três dias de oportunidade para a visita, que vale a pena. Uma leitura do "Ecce Homo" com os dados de hoje - críticos, intensos, decepcionantes, fortes, avassaladores, contundentes. Uma visita que nos pensa e nos faz pensar. Inquietante. Para a agenda!

domingo, 7 de janeiro de 2018

Para a agenda - A História do Mundo é a História Local - 1ª sessão



"A História do Mundo é a História do Local" é o título de uma série de encontros sobre história local a acontecerem no âmbito da programação "Muito Cá de Casa", na Casa da Cultura, em Setúbal. A primeira sessão terá lugar já em 12 de Janeiro, sexta feira, pelas 22h00, e contará com dois nomes que têm dado importante contributo para a história local sadina: Albérico Afonso Costa e Francisco Borba. O encontro será moderado por José Teófilo Duarte.
O título mais recente de Albérico Afonso Costa é Setúbal - Cidade Vermelha (Setúbal: Estuário, 2017), que abrange o período de 1974-1975 na cidade do Sado; a obra mais recente de Francisco Borba é O Balneário (Setúbal: ed. Autor, 2017), que conta a história da fundação do Balneário Dr. Paula Borba.
Uma oportuna série de encontros quando se assinala o Ano Europeu do Património Cultural. Para a agenda!

Para a agenda: Lauro Corado, em visita guiada



Uma exposição reunindo cerca de trinta obras do pintor aveirense Lauro Corado (1908-1977) está patente na Galeria Municipal do 11, em Setúbal, até 26 de Janeiro.
A mostra é imperdível. E, se o visitante quiser valorizar ainda mais o seu olhar, pode acompanhar a visita guiada à exposição pelas explicações do filho do pintor, o cineasta Lauro António, em 10 de Janeiro, quarta feira, pelas 18h30. Para a agenda!

Para a agenda: Luísa Todi para os mais jovens



Dentro de dois dias passam 265 anos sobre o nascimento de Luísa Todi (1753-1833) numa rua do Bairro de Troino, em Setúbal. A sua voz correu o mundo e para sempre ficou como um símbolo maior do canto lírico.
Chamo-me... Luísa Todi, de Nuno Quintas, uma biografia da diva destinada aos mais jovens, vai ser a obra apresentada na Biblioteca Pública Municipal de Setúbal dentro do programa das comemorações, pelas 14h30. Para a agenda!

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Celebrar as efemérides de 2018



O ano de 2018 vai ser ocupado com um grande tema, o do património, uma vez que assinala o Ano Europeu do Património Cultural (por responsabilidade da Comissão Europeia).
Em 2018, passam 50 anos sobre a Revolta de Maio de 68 em França, sobre os falecimentos de Martin Luther King (04.04), de Helen Keller (01.06), de Cristovam Pavia (13.10), de Ramon Menéndez Pidal (14.11), de Enid Blyton (28.11) e de John Steinbeck (20.12), e sobre a publicação de obras tão icónicas como O Delfim (de José Cardoso Pires), O Meu Pé de Laranja Lima (de José Mauro de Vasconcelos) e da encíclica Humanae Vitae (de Paulo VI).
100 anos passam em 2018 sobre o fim da Primeira Grande Guerra (11.11.1918) e, ainda no plano da Grande Guerra, sobre a Batalha de La Lys (09.04), que dizimou o Corpo Expedicionário Português na Flandres. Relacionado com este momento histórico, passa também o centenário sobre a publicação de obras como Em Tempos de Guerra e De como Portugal foi chamado à Guerra (de Ana de Castro Osório) e de Nas Trincheiras da Flandres (de Augusto Casimiro). Igualmente centenária é a obra Sintaxe Histórica Portuguesa (de Augusto Epifânio da Silva Dias), tornada pública em 1918. É ainda em 2018 que passam os primeiros cem anos sobre as mortes de Gustav Klimt (06.02), de Claude Debussy (26.03), de Santa-Rita Pintor (29.04), de Richard Feynman (11.05), de Amadeo de Sousa Cardoso (25.10), de Wilfred Owen (04.11), de Guillaume Appolinaire (09.11) e de Olavo Bilac (28.12) e sobre os nascimentos de Dalila Pereira da Costa (04.03), de Vitorino Magalhães Godinho (09.06), de Ingmar Bergman (14.07), de Nelson Mandela (18.07), de Leonard Bernstein (25.08) e de Alexandre Soljenitsine (11.12). Registe-se ainda a passagem centenária sobre a instalação de semáforos em Nova Iorque para regulação do tráfego.
Um século e meio passa em 2018 sobre a publicação de obras como Morgadinha dos Canaviais e de Uma Família Inglesa (de Júlio Dinis) e de Mulherzinhas (de Louisa May Alcott) e sobre o aparecimento do periódico portuense O Primeiro de Janeiro (01.12).
É ainda em 2018 que passa o bicentenário sobre os nascimentos de Máximo Gorki (28.03), de Karl Marx (05.05), de Charles Gounod (17.06), de Emily Bronte (30.07), de Ivan Turgueniev (09.11) e de James Prescott Joule (24.12) e sobre a publicação do romance Frankenstein (de Mary Shelley).
Ainda na relação de 2018 com datas redondas, é de assinalar o 70º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, adoptada em 10 de Dezembro de 1948.
Quanto à importância de datas de 2018 para Setúbal, além da referência a Ana de Castro Osório já feita, as três efemérides mais importantes serão as do centenário do nascimento de João José Pereira da Silva Duarte (escritor, pintor e tradutor de Andersen, em 05.06) e dos 150 anos sobre o nascimento de Arronches Junqueiro (13.01) e sobre a inauguração da Escola Conde de Ferreira (07.01), podendo ainda referir-se a fundação do Asilo da Infância Desvalida (28.06.1868). Passam ainda o bicentenário do nascimento do músico sadino António Nascimento e Oliveira (13.06.1818) e o 650º aniversário da criação da Confraria de Nossa Senhora da Anunciada (1368).

sábado, 30 de dezembro de 2017

Museu da Música Mecânica: uma visita obrigatória



O Museu da Música Mecânica, que funciona em Pinhal Novo, merece hoje página inteira no diário Público (pg. 14), em reportagem assinada por Rita Pimenta e Vera Moutinho.
A peça jornalística incide preferencialmente sobre o fundador do Museu, Luís Cangueiro, transmontano que se radicou cá para sul e construiu um museu na sequência do seu espírito coleccionador, depois de anos de burocracias, de trabalho docente e de actividade empresarial no domínio da publicidade.
Mas do seu discurso emerge também uma quase visita guiada ao Museu. E esse pode ser o melhor sabor, porque o Museu da Música Mecânica, em cuja inauguração em Outubro de 2016 esteve o Presidente da República, vale pelo recheio (fruto de uma colecção cuidada ao longo de quase três décadas) e pode ainda aumentar o seu valor se for visitado sob a orientação de Luís Cangueiro, uma possibilidade que os visitantes têm ao fim de semana.
Imprescindível nos roteiros turísticos, nos passeios em família, na satisfação da curiosidade, no afecto à música!